20 setembro, 2013
21 agosto, 2013
Mistérios insondáveis...
Linhas de Nazca
Elas podem ser definidas como desenhos imensos no chão de planícies desérticas, com proporções muito bem feitas – o que seria difícil sem uma observação aérea. Para compor as obras, que datam entre 400 e 650 d.C., a civilização de Nazca apenas retirava pedras vermelhas do solo para que as cores mais claras da parte inferior fossem exibidas.
O que impressiona é a forma dos desenhos. Alguns dos mais impressionantes mostram macacos, aranhas, colibris e outras aves em enormes dimensões. A teoria mais aceita até os dias de hoje afirma que as formas teriam sido criadas como uma maneira de expressar agradecimentos da população aos deuses.
Sendo a região de Nazca um deserto, os povos de lá precisavam de água em várias épocas do ano, por isso pediam por chuvas em rituais religiosos. Assim teriam surgido as linhas de Nazca, em explicações muito mais lógicas do que as que envolvem o auxílio de alienígenas.
Pirâmides do Egito
As certezas relacionadas às pirâmides são todas referentes aos propósitos delas: cultuar os faraós e cultivar seus corpos mumificados após as mortes. A grande maioria delas são obras gigantescas, pois deviam ser construídas de acordo com a grandeza e divindade dos reis – acreditava-se que os faraós eram os deuses na Terra.
Mas a formação das pirâmides egípcias passa por uma questão similar à do Stonehenge. São sabidos quais os materiais utilizados para a construção, mas até hoje não se sabe como é que eles chegaram até lá. Sem a presença de mecanismos de transporte, qual seria o método utilizado para o carregamento?
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Como você viu, a ciência ainda não consegue explicar uma série de fatos ocorridos no mundo, no decorrer da história. E admita: entender a ilha de Lost fica fácil depois de tentar decifrar os mistérios dos lugares mais misteriosos do planeta, não é mesmo?
Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/curiosidade/18409-os-5-lugares-mais-misteriosos-do-planeta.htm#ixzz2QeSNsFAS
06 março, 2013
A empreitada sinistra na Serra da Mantiqueira
Há algum tempo numa cidadezinha mineira, Dito que era pedreiro e seu amigo Tonho que sempre o ajudava como servente pegaram um serviço de empreita em um lugar distante da cidade próximo ao distrito de Candelária, já na serra da Mantiqueira. Chegaram lá em um domingo a tarde pois pretendiam começar o serviço na segunda e terminar na sexta, o lugar é bastante desabitado, a casa mais próxima do rancho onde se estabeleceram fica a mais de 1 km e o local é uma serra íngreme onde carro só chega em tempo de seca. Eles começaram o serviço e na quarta-feira precisavam comprar mais algumas coisas já que não levaram o suficiente para toda a semana até mesmo porque era uma motivo justo para sair um pouco daquele lugar ermo, com fama de mal assombrado, onde raramente se via viva alma.Terminaram o serviço lá pelas 17:00 e desceram até o vilarejo de Candelária que ficava a uns 7 ou 8 km de onde estavam. Como estavam tranquilos e sem pressa chegaram na vila mais ou menos 19:00. Como são bastante conhecidos, e como todo bom mineiro compraram o que precisavam na venda e ficaram fazendo hora no boteco mais movimentado do lugar, jogando uma sinuquinha e conversa fora. Lá pelas 22:30 perceberam que já estava tarde e para subir a serra é mais demorado. Mas o dono do boteco que era muito amigo dos dois insistiu que eles dormissem num quartinho que tinha ali mesmo no boteco e irem embora no outro dia de manhã porque a estrada que ia para onde estavam era assombrada conforme moradores locais que contam casos medonhos de aparições, alguns bem sinistros.
O Tonho já estava até aceitando a idéia, mas o Dito que não era muito supersticioso e já tinha tomado umas pingas disse que se ficassem ali tinham que levantar de madrugada no dia seguinte se ali ficassem e preferia ir naquele horário mesmo. E lá foram os dois. Era noite de lua e o céu estava muito limpo a lua clareava bem o caminho. Quando estava faltando pouco menos de 2 km para chegarem ao rancho, no trecho da trilha que dava início à parte mais dura da subida, escutaram no meio de uma matinha um ronco estranho e amedrontador. O Tonho ficou de cabelo arrepiado na hora, mas o Dito que era um pouco mais corajoso e com a ajuda da pinga disse "se for o demônio pode vir que eu enfrento", mal terminou a frase o céu que estava limpo começou a formar umas nuvens escuras e uma ventania muito forte, aí a situação ficou apavorante e tiveram que correr, ao passarem debaixo de um bambuzeiro enorme que lá tinha, os bambus deitavam na estrada por causa do vento parecia que ia cercá-los e junto com o vento aquele ronco horrível que nunca ouviram antes, cada vez mais forte e ensurdecedor.
Subiram a serra correndo o mais que podia, sentindo que atrás deles uma sombra negra os acompanhavam. Somente quando estava faltando pouco para chegar ao rancho as nuvens e o vento foram desaparecendo como mágica, trazendo de volta a tranquilidade e a lua brilhou no céu limpo novamente. Os dois chegaram exaustos com a língua de fora como se diz em Minas. O Tonho ficou com tanto medo que na correria bebeu quase toda a garrafa de pinga que compraram, para ver se dava mais força, mas nem ficou bêbado. Mal dormiram a noite e no dia seguinte pegaram suas coisas e sumiram dali, não quiseram mais saber de terminar a empreitada. Não dava para ficar.
Postado por Paulo Moraes em seu blog Panacéias Essenciais.
Fonte inicial:Medob.blogspot.com
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